O que deveria ser uma transição pacífica de governo se transformou em uma constatação de descaso: Dr. Valberto, o hoje ex-prefeito que prometia progresso, deixou uma herança de abandono e ineficiência. Enquanto Luciano Nascimento, recém-empossado como prefeito, já nos primeiros dias de gestão, deparou-se com um município sucateado, onde a falta de zelo com a coisa pública revela o retrato fiel de uma administração que falhou em suas promessas.
Inúmeros são os obstáculos que precisarão ser superados: desde a falta de transporte escolar até a recuperação de estruturas administrativas comprometidas. Luciano assumiu um município que necessita urgentemente de reorganização e zelo, enquanto o povo aguarda soluções rápidas e eficazes para problemas que afetam o dia a dia, especialmente na saúde e na educação.
O legado deixado pela gestão anterior impõe a Luciano o desafio de resgatar a confiança da população e reverter os prejuízos acumulados. Mas o momento atual também carrega expectativas de que essa nova administração seja capaz de corrigir erros, implementar políticas públicas eficientes e transformar o descaso em oportunidade para um novo ciclo. A reconstrução de Propriá não será tarefa simples, mas os próximos quatro anos representarão a chance de um recomeço.
Se o passado recente foi marcado por dificuldades, o futuro agora depende de ações concretas que consolidem o compromisso de Luciano com o bem-estar do povo. O cenário exige trabalho árduo e planejamento responsável, mas a confiança depositada nas urnas reflete o desejo coletivo de que Propriá volte a trilhar um caminho de desenvolvimento.
A história de Dr. Valberto ficará marcada como exemplo de como não se deve gerir um município. Já a de Luciano está apenas começando, com os desafios de apagar as cicatrizes de um governo desastroso.
Por Thiago Reis